Kabana do Koninhas
sexta-feira, maio 19, 2006
  Belas Artes - A Pintura
Hoje vamos falar de Belas Artes!
Assim é, karos Kabanos. A Kabana do Koninhas não quer deixar de aproveitar a mudança de instalações, e aproveita o facto de andarmos a pintar as paredes da nova kabana para falar de um tema pouco querido dos tugas: as Belas Artes. Mais concretamente, a Pintura.
Numa breve síntese, falaremos da história da pintura, especificando algumas das suas figuras mais proeminentes e apontando algumas apostas de futuro.
Comecemos por Salvador Dali.
Dali foi um pintor espanhol, representante do surrealismo. Pintou algumas das obras clássicas dessa escola, empregando desenho refinado e técnica meticulosa para criar imagens provocativas e alucinadas que se chamava "sonhos fotográficos pintados à mão". Destaca-se, do legado de Salvador Dali, “La Tentation de St. Antoine”.

“La Tentation de St. Antoine"

Pablo Picasso, junto com o pintor francês Georges Braque, criou o Cubismo, em que o mundo visível era desconstruído nos seus componentes geométricos. Graças ao Cubismo, a liberdade do artista estendeu-se também aos materiais, de foram que os meios tradicionais como a pintura e a escultura puderam ser suplementados ou substituídos por objetos colados nas telas, ou "montagens" de itens construídos ou "achados".
Em 1925, Picasso começou a pintar formas deformadas, violentamente expressivas, que eram em parte uma resposta às suas dificuldades pessoais. A partir desta época, seus trabalhos se tornaram cada vez mais multiformes, empregando - e inventando - uma variedade de estilos como nenhum outro artista havia tentado antes. Em qualquer veículo que se expressasse, sempre foi imensamente prolífero, criando em toda a sua vida milhares de obras. Do seu rol de obras, destaca-se, e porque a Kabana do Koninhas optou por revelar uma única obra de cada um dos referenciados, Guernica, de 1937. Guernica, retrata a Guerra Civil espanhola e os horrores advindos da mesma.

“Guernica"

Vincent Van Gogh não se enquadra em nenhuma escola de pintura, embora sua extraordinária percepção das cores possa ter se originado das teorias impressionistas. Utilizou cores puras primárias e secundárias, e adoptou as pinceladas irregulares, que davam uma sensação de luminosidade e leveza aos quadros impressionistas Poder-se-ía salientar um ror de obras de Van Gogh, mas porque será, talvez, a mais mediática, Girassóis – Óleo sobre a tela, de 1888.

“Girassóis"

Rembrandt Van Rijn é uma das mais eminentes figuras na história da arte européia; muitos o classificariam como o maior de todos os pintores. Trabalhou dentro da tradição superficialmente limitada da arte protestante holandesa. Ninguém antes de Rembrandt fez as coisas comuns da humanidade parecerem tão profundamente sérias e interessantes. Em seus quadros sobre episódios históricos e bíblicos, assim como nos seus retratos de contemporâneos ricos e pobres, Rembrandt parece ir directo ao coração. Sua capacidade de percepção pode ter sido baseada no auto conhecimento, pois ele pintou a sua própria imagem repetidas vezes, fazendo um registro único da peregrinação da juventude e de sucesso rumo à velhice e ao sofrimento. Seleccionou-se como trabalho emblemático de Rembrandt, “Auto-retrato, de 1669”.
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“Auto-retrato, de 1669"
Quanto a pintores portugueses, para além de Maria Vieira da Silva, não há uma referência sólida ou preponderante, no panorama da pintura nacional.

No entanto, e após uma prospecção aturada, nos ateliers e expositores lusos, o olho clínico do editor de arte da Kabana do Koninhas descobriu uma esperança para as artes portuguesas.
Num atelier de arte underground, está em exposição a ainda curta obra de um trio de jovens artistas, que se intitulam de GENDILA (GENghis Cão; DIrektor; LAvoisier).
Destaca-se, na arte deste trio promessa, a utilização de materiais orgânicos, onde conjugam uma panóplia riquíssima de cores, a um elemento nunca antes utilizado nas artes plásticas: o odor.
Entre as várias obras em exposição, sobressai, pelo seu aroma, rica paleta de cores e consistência gráfica, “O PAVONEIO DO COLESTEROL”. Este quadro revela, em toda a sua força, as características-chave deste trio.
A Kabana do Koninhas, apoiante das manifestações de arte e cultura portuguesas, orgulha-se de apresentar, em estreia mundial,

“O Pavoneio do Colesterol"

 
Comments:
Vamos a ver se o "quadro" dura até Fátima!
 
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