Mobutu Meireles está no Congo
Lavoisier Meireles foi para o Congo, em missão. Despirá a sua bata de químico e passará a envergar o seu manto de pele de leão, passando a chamar-se pelo seu novo nome de guerra: Mobutu Meireles.
Graças a uma simpatia inata e a um poder de liderança, aliadas a uma capacidade negocial só ao nível dos grandes chefes de tribo, Mobutu, assim que pôs pés em Kinshasa, solicitou de imediato conferência de líderes, para implantação, no meio da floresta tropical, do seu móbil em terras de África: o Taskubar Africano.
Sufocado com a pequenez lusa, para a sua arte culinária, Mobutu Meireles encontra-se, neste momento, em plena conferência, tentando demover os relutantes chefes de tribo e colocar em prática o seu plano. Na manga, Mobutu apresentará um trunfo de inegável peso na balança das negociações: o seu menu.
Este, será composto de variadas iguarias e sabores, onde serão preponderantes o cozido à Kinkala, a carne de porco à Djambala e o bacalhau à Brazz-a-Ville.
Associado a esta odisseia, Mobutu Meireles permitirá a abertura de um novo espaço neste pasquim, fazendo o papel de correspondente para os assuntos africanos da Kabana do Koninhas. Teremos, periodicamente, neste espaço, crónicas do intrépido viajante dos tempos modernos.
Boa sorte Mobutu e até à próxima crónica.

Mobutu Meireles, em conferência de líderes